domingo, 20 de novembro de 2011


"Aprende ai garota, as pessoas não são bichinhos que se pode prender.. elas são livres tem o direito de fazerem o que bem entenderem, não importa porque, ou com quem, você que fala tanto em 'livre arbítrio' ta vendo ai a prova? ele existe mesmo! As pessoas tomam suas decisões baseadas no que será melhor para elas, estejam elas corretas ou não, quem toma o rumo das suas vidas são os protagonistas na sua própria história não é mesmo? pois então deixe, não fique ai se lamentando, nem se perguntando o porque as coisas não são do jeito que você quer, se você gosta de tomar suas próprias decisões pode ter a certeza que as outras pessoas também gostam!
 Você anda por ai querendo que o mundo seja seu, que as coisas saiam como planejado, mas não saem, por mais que você imagine, se esforce ou faça o que for, as coisas NUNCA  vão sair como se espera, pode ter certeza disso, você anda querendo prender as coisas as suas vontades, e as coisas são como tem que ser assim mesmo, entre trancos e barrancos, todo dia um novo desafio, a cada dia um motivo pra superar-las, pra se superar, ora se queres o mundo de outro jeito cria teu próprio mundo e lá você pode fazer as coisas serem do jeito que você quiser, mas se quiser continuar a viver nesse aqui, vai ter que ser assim mesmo, do jeito que as coisas estão, quantas vezes você já escutou 'Não se pode aprisionar os que tem asas' e ainda não aprendeu? pois aprenda de uma vez por todas,embora lhe doa!"(Gislayne Souza)

sábado, 19 de novembro de 2011


"[...]Foi então que eu descobri. Ele está exatamente no mesmo lugar que eu agora, pensando as mesmas coisas, com preguiça de ir nos mesmos lugares furados e ver gente boba, com a mesma dúvida entre arriscar mais uma vez e voltar pra casa vazio ou continuar embaixo do edredon lendo mais algumas páginas do seu mundo perfeito. A verdade é que as pessoas de verdade estão em casa. Não é triste pensar que quanto mais interessante uma pessoa é, menor a chance de você vê-la andando por aí? [...]"

sexta-feira, 18 de novembro de 2011


"-Sabe meu problema é que quando alguém me machuca, eu não esqueço!
-Pois comigo é o contrario! Eu não consigo ficar com raiva de ninguém, por pior que seja o que me tenham feito!
-E como você consegue?
-Não sei, é de mim ser assim sabe.. é como se eu colocasse dentro de uma caixa, e jogasse fora a chave pra abrir a caixa!
-Como você, consegue esquecer da chave?
-Eu acho que quando as coisas não nos pertencem a gente devolve pro dono!"

(Gislayne Souza)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Someone Like You

Someone Like You

I heard that you're settled down
That you found a girl and you're married now
I heard that your dreams came true
Guess she gave you things, I didn't give to you


Old friend
Why are you so shop
It ain't like you to hold back
Or hide from the light


I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it
I hoped you'd see my face and that you'd be reminded
That for me, it isn't over


Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you, too
Don't forget me, I beg, I remember you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead, yeah


You'd know how the time flies
Only yesterday was the time of our lives
We were born and raised in a summery haze
Bound by the surprise of our glory days



quarta-feira, 16 de novembro de 2011



"Ela era boba, e gostava de certa forma de ser assim, quando séria perdia um pouco da sua essência real. Era uma menina que tinha planos e sonhos, mas que não sabia se era realmente os planos que ela queria pra vida dela...confuso não?é confusão na realidade era sua outra virtude, ou defeito, como quiser ser colocado. Ela sabia amar os outros, mas amar de uma forma pura sem querer nada em troca, amar só por amar mesmo, afinal o amor é um sentimento que não se deve esperar retorno, caso contrario você pode se decepcionar com os outros. Ela era meiga e embora tivesse um jeito meio "bruto" se ser, tinha sempre braços estendidos, que se pudesse abraçaria o mundo com eles, tinha também um sorriso nos lábios, esse que não lhe abandonava nunca, independente da situação ele sempre estava lá, estampado, como uma pintura recém pintada. Ela dormia, sonhava... e como sonhava... acreditava no impossível e temia o previsível. Era medrosa e bem lá no fundo seu pessimismo, ou seria realismo? ainda deixava uma brecha pra esperança nascer as vezes. Ela fechava os olhos e rezava, nas suas orações mais simples não pedia o que todo mundo pede, ela mais agradecia pelo pouco que tinha do que pedir como os outros fazem. Era diferente até nisso... não se podia comparar as outras pessoas... sua missão nesse mundo era incerta e ainda assim prosseguia sem olhar o caminho a sua volta, sem ver que algumas estradas não a levariam a nada, que lhe faltava muitas vezes força e que algumas feridas estavam abertas e as vezes alguém esbarrava nela, mas ela já não as sentia.. estavam dormentes em algum lugar dentro dela, algo não deixava que essas dores transpassassem, porque no fundo era suas, apenas suas e estavam curadas de uma forma inexplicável . Ela se sentia só, embora rodeada de gente, o mundo pra ela as vezes era cruel, a vida não lhe deu oportunidades e você sabe que elas são fundamentais na vida de qualquer pessoa..Ela esperava o príncipe, mas que este caísse do céu, porque talvez fosse a única maneira de encontra-lo, como já havia dito anteriormente, lhe faltava oportunidade até pra conhecer os outros. Ela fechava os olhos e sonhava acordada imaginando-se num mundo perfeito, que não existia mas esse era seu... e embora fosse ficção pra ela era como se fosse real, se contentar com o pouco sempre foi sua única opção"
                                                            (Gislayne Souza) 

terça-feira, 15 de novembro de 2011


"Tentaram me fazer acreditar que o amor não existe e que sonhos estão fora de moda. Cavaram um buraco bem fundo e tentaram enterrar todos os meus desejos, um a um, como fizeram com os deles. Mas como menina teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cega, às vezes meio burra, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o vôo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parada. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço." 
(Caio Fernando Abreu)

“Não me aproximo porque, veja bem, sabe lá quem habita a tua solidão. Hesito. Recuo. Me afasto tristíssima. E te imagino em poses e sorrisos, voz grave e cabelos desgrenhados, preso nas minhas fantasias mais loucas e movimentadas. Numa delas sou um bichinho invisível, com asas, que adentra tua casa e te observa em segredo. Faço o contorno do teu corpo todo com os olhos, parada contra a parede do teu quarto, imóvel, enquanto tu te atiras na cama. Cansado. Tu olhas para o teto imaginando mil coisas, memórias, compromissos, desejos, saudades. Te fito com dor. A luz do abajur faz sombra na tua pilha de livros, que folheei um dia e quis pedir emprestado mesmo sabendo que não havia intimidade para pedidos. Por razões que desconheço, nossas aproximações foram sempre pela metade. Interrompidas. Um passo para a frente e cem para trás. Retrocessos. Descaminhos. Procuro sinais de algum amor teu. Vestígios de noites passadas. Tu não me vês, estou incógnita a te observar. Como sempre estive, olhando pelas janelas, de longe, coração apertado. Nós poderíamos ser amigos e trocar confidências. Assistiríamos a filmes, taça de vinho nas mãos, e tu me detalharias as tuas paixões e desatinos. Nós poderíamos ser amantes que bebem champanhe pela manhã aos beijos num hotel em Paris. Caminharíamos pela beira do Sena, e eu te olharia atenta, numa tentativa indisfarçável de gravar o momento e guardá-lo comigo até o fim dos meus dias. Ou poderíamos ser apenas o que somos, duas pessoas com uma ligação estranha, sutilezas e asperezas subentendidas, possibilidades de surpresas boas. Ou não. Difícil saber. Bato minhas asas em retirada. Tu dormes, e nos teus sonhos mais secretos, não posso entrar. Embora queira. À distância, permaneço te contemplando. E me pergunto se, quem sabe um dia, na hora certa, nosso encontro pode acontecer inteiro. Porque tu és o único que habita a minha solidão.” Caio Fernando Abreu