"Às vezes as pessoas escrevem as coisas que não conseguem dizer." - ONE TREE HILL.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
" Acima de tudo é preciso força e coragem. Força pra enfrentar o que vier, o que tiver de ser será, acredito num roteiro previamente escrito, engavetado por ai em algum canto, esperando apenas para que no momento certo possa ser lido, exposto, ditado, acredito que tudo tem um motivo maior para nos acontecer e há algo por trás de cada coisa que nos acontece seja ela boa ou ruim, esse roteiro que nos faz ser o que somos, hora mocinha, hora vilã as vezes até figurantes da nossa própria história, o fato é, não se pode mudar o que já nos foi imposto, nessa hora entra a coragem, pra pegar nesse roteiro ler cada palavra e acontecimento com calma, com tranquilidade, coragem para enfrenta-los independente do que possa vir a acontecer...
Eu nunca fui a pessoa mais corajosa do mundo, mas sabe o que me dá força e coragem quando eu preciso?confiar em quem escreve esse meu roteiro..."
(Gislayne Souza)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
"Me sinto tão estranho aqui
Que mal posso me mexer, irmão
No meio dessa confusão
Não consigo encontrar ninguém
Onde foi que você se meteu, então?
Tô tentando te encontrar
Tô tentando me entender
As coisas são assim
Meus olhos grandes de medo
Revelam a solução, a solução
Meu coração tem segredos
Que movem a solidão, a solidão
Me sinto tão estranho aqui
Diferente de você, irmão
A sua forma e distorção
Não pareço com ninguém, sei lá
Pois eu sei que nós temos o mesmo destino então
Tô tentando me encontrar
Tô tentando me entender
Por que tá tudo assim?
Meus olhos grandes de medo
Revelam a solução, a solução
Meu coração tem segredos
Que movem a solidão, a solidão
Quem de nós vai insistir e não
Se entregar sem resistir então
Já não há mais pronde ir
Se entregar à solidão e não "
(Detonaltas - O dia que não terminou)
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
"Ela: -Quando a noite chegar cedo e a neve cobrir as ruas, ficarei o dia inteiro na cama pensando em dormir com você.
Ele: -Quando estiver muito quente, me dará uma moleza de balançar devagarinho na rede pensando em dormir com você.
Ela: -Vou te escrever carta e não te mandar.
Ele: -Vou tentar recompor teu rosto sem conseguir.
Ela: -Vou ver Júpiter e me lembrar de você.
Ele: -Vou ver Saturno e me lembrar de você.
Ela: -Daqui a vinte anos voltarão a se encontrar.
Ele: -O tempo não existe.
Ela: -O tempo existe, sim, e devora.
Ele: -Vou procurar teu cheiro no corpo de outra mulher. Sem encontrar, porque terei esquecido. Alfazema?
Ela: -Alecrim. Quando eu olhar a noite enorme do Equador, pensarei se tudo isso foi um encontro ou uma despedida.
Ele: -E que uma palavra ou um gesto, seu ou meu, seria suficiente para modificar nossos roteiros.
(Silêncio)
Ele: -Mas não seria natural.
Ela: -Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem.
Ele: -Natural é encontrar. Natural é perder.
Ela: -Linhas paralelas se encontram no infinito.
Ele: -O infinito não acaba. O infinito é nunca.
Ela: -Ou sempre."
Ele: -Quando estiver muito quente, me dará uma moleza de balançar devagarinho na rede pensando em dormir com você.
Ela: -Vou te escrever carta e não te mandar.
Ele: -Vou tentar recompor teu rosto sem conseguir.
Ela: -Vou ver Júpiter e me lembrar de você.
Ele: -Vou ver Saturno e me lembrar de você.
Ela: -Daqui a vinte anos voltarão a se encontrar.
Ele: -O tempo não existe.
Ela: -O tempo existe, sim, e devora.
Ele: -Vou procurar teu cheiro no corpo de outra mulher. Sem encontrar, porque terei esquecido. Alfazema?
Ela: -Alecrim. Quando eu olhar a noite enorme do Equador, pensarei se tudo isso foi um encontro ou uma despedida.
Ele: -E que uma palavra ou um gesto, seu ou meu, seria suficiente para modificar nossos roteiros.
(Silêncio)
Ele: -Mas não seria natural.
Ela: -Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem.
Ele: -Natural é encontrar. Natural é perder.
Ela: -Linhas paralelas se encontram no infinito.
Ele: -O infinito não acaba. O infinito é nunca.
Ela: -Ou sempre."
(O dia em que Júpiter encontrou com Saturno- Caio Fernando Abreu)
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
" Ela delicadamente o olhou, lembrou-se de uma porção de coisas enquanto o olhava, mas não pronunciou nada, sabe, existem algumas coisas que não precisam ser ditas em palavras, até porque pra falar algumas coisas elas não são suficientes, mas veja que absurdo, 'se levarmos em consideração as palavras técnicas e científicas, devem existir cerca de 600 mil palavras na língua portuguesa', 600 mil palavras e nenhuma que falasse mais que um olhar, em apenas um olhar, disse-lhe tudo que queria, ela delicadamente sorriu, cada novo sorriso a descoberta de um novo detalhe, em jeitos, gestos, respiração..., cada detalhe aparentemente imperceptível era cuidadosamente guardado na sua mente, delicadamente o encarou, repreendeu mentalmente cada imaginação do que poderia estar ocorrendo, ali, em outro local, queria apenas vivenciar, e como toda vivencia deve baseada em realidades apenas continuava..., delicadamente calculava, cada movimento frio e aparentemente sem sentimento, não estava ali para modificar roteiros previamente escritos e relações previamente estabelecidas, delicadamente seguia como se tudo estivesse bem, mas não estava!"(Gislayne Souza)
Assinar:
Postagens (Atom)




